De janeiro a setembro deste ano, cerca de 18.378 unidades consumidoras migraram para o mercado livre de energia no Brasil. O volume quase repete o recorde de 2024 (18.414), sinalizando que o ambiente está entrando em um novo estágio: o da consolidação.
De janeiro a setembro deste ano, cerca de 18.378 unidades consumidoras migraram para o mercado livre de energia no Brasil. O volume quase repete o recorde de 2024 (18.414), sinalizando que o ambiente está entrando em um novo estágio: o da consolidação.
Em setembro, foram 1.429 novas adesões. Ao todo, o mercado livre já soma mais de 80 mil unidades consumidoras ativas, com forte presença de médias empresas e novos setores da economia.
Quem está migrando?
O setor de serviços lidera a expansão, com aproximadamente 6 mil novas unidades no período. Telecomunicações, transportes, madeira, papel e químicos também se destacaram. Por outro lado, setores tradicionais como têxtil, veículos e comércio apresentaram retração.
Do ponto de vista regional, o crescimento mais acelerado foi observado nas regiões Norte e Centro-Oeste, com Rondônia (+107%), Mato Grosso (+86%) e Tocantins (+82%). Ainda assim, Sudeste e Sul seguem com a maior base instalada, lideradas por São Paulo, Paraná e Minas Gerais, que concentram mais da metade das novas migrações.
O que isso representa?
O atual cenário indica um movimento mais seletivo e estratégico. A maior parte dos consumidores elegíveis já migrou, e agora a adesão passa a depender de análises mais profundas sobre viabilidade, riscos regulatórios e planejamento energético.
Além disso, mudanças em subsídios, descontos de fio e encargos setoriais vêm exigindo mais maturidade tanto dos consumidores quanto dos fornecedores na hora de contratar energia.
Segundo a CCEE, trata-se de um “patamar elevado e sustentável”, e não de retração. O modelo segue crescendo, especialmente em segmentos antes pouco representados, como pequenas redes de serviços e regiões menos tradicionais.
conectando empresas ao futuro da energia
Na Amee, ajudamos empresas a ir além da decisão de “migrar ou não”. Com tecnologia própria e inteligência de mercado, avaliamos cenários de economia real, riscos regulatórios e perfil de consumo, ajudando cada cliente a tomar decisões seguras e personalizadas.
Se sua empresa ainda não migrou, o momento continua relevante — mas exige mais estratégia do que impulso. E é aí que a Amee entra: para garantir que a mudança venha com eficiência, transparência e previsibilidade.